10 atacantes que poderiam jogar no Fortaleza em 2016 ~ Bora Leão
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terça-feira, 24 de novembro de 2015

10 atacantes que poderiam jogar no Fortaleza em 2016

Postado por Luca Laprovitera às 15:37:00 terça-feira, 24 de novembro de 2015

Demorou, mas chegou, a última lista do "Top 10 para 2016" do Bora Leão e chegamos aos atacantes. Foi difícil colocar apenas dez, mas colocamos centroavante, segundo atacante, ponta e por aí vai, confiram.


-Carlos Esteban Frontini (Vila Nova-GO)
Frontini já é experiente e rodado, o argentino já conquistou diversos títulos no país, inclusive duas Série C, uma pela União Barbarense-SP em 2004, quando foi inclusive artilheiro e outra agora com o Vila Nova-GO. Artilheiro do Campeonato Carioca em 2011 pelo Boavista, Frontini passou por diversos clubes do país, como Santos-SP, Goiás-GO, Vitória-BA, Ponte Preta-SP, América-RN, Figueirense-SC e Remo-PA. Ele já demonstrou respeito e carinho pelo clube recentemente, quem sabe não seria uma boa?

-Pipico (Macaé-RJ)
Aos 30 anos, Pipico é um dos destaques do Macaé na Série B com 12 gols. O ponta foi inclusive especulado no tricolor em Julho acabou não vindo, mas é possível estar na agenda para o início do ano. Pipico ainda jogará contra o Ceará valendo quem fica na Série B no sábado e imagina se ele realiza o desejo de toda nação leonina? 

O jogador lembra muito Rinaldo, velocidade é sua principal arma e desde passagem frustrada pelo Vasco-RJ procura outra chance em um time maior para mostrar seu bom futebol.




-Carlão (Paraná-PR)
Carlão estreou no Paraná contra o Ceará logo metendo 3 gols, contra o Santa Cruz no jogo seguinte fez mais 2, só que depois parou. O atacante não piorou, mas a bola parou de chegar e mesmo ele tentando a bola as vezes não entrou, mas bola ele tem sendo um dos destaques do time nessa Série B. Alto (1,86 m) pode ser um trunfo na jogada aérea na qual tem sua melhor característica, além de ser jovem, tendo apenas 23 anos. 



-Jô Fernandes (São Caetano-SP)
Esse teria sido mais complicado caso o São Caetano tivesse subido, mas Jô Fernandes além de ter sido o artilheiro da Série D marcou 12 gols em 11 jogos, mais de 1 por jogo. Alto (1,90 m) e forte, ele não é só bom por cima, tendo um potente chute de direita e um bom posicionamento. Irmão do lateral-direito Mário Fernandes do CSKA Moscou-RUS e com passagem na Seleção Brasileira, futebol é bom pra família. Com 23 anos, pode ser uma boa já que o São Caetano não disputará nenhum divisão brasileira ano que vem.

-Nádson (Jacuipense-BA)
Para quem gosta de experiência e redenção Nádson é o nome. Com 33 anos, ele surgiu como uma grande promessa do Vitória-BA no começo da década passada chegando até a Seleção Brasileira onde participou de 3 jogos. Passou pelo futebol asiático onde ficou por cinco anos, no meio houve uma rápida passagem pelo Corinthians com 7 jogos e 2 gols, até retornar ao Vitória em 2009. Com problemas físicos e pessoais o atacante rodou bastante, passou por Bahia-BA, Sport-PE, América-RN, chegou até o futebol do Catar, e retornou para o país jogando em pequenos clubes do futebol nacional como o Ypiranga-BA, Lagarto-SE e São Mateus-ES. Atualmente está em sua segunda passagem pela Jacuipense e fez um ótimo campeonato baiano, além de ter comandado sua modesta equipe à eliminar o Paraná na Copa do Brasil em Curitiba, inclusive marcando o gol do jogo. 

-Aleílson (Remo-PA)
Aleílson não é matador, joga pelos lados e é o famoso atacante-garçom. Com 30 anos foi um dos destaques da campanha do acesso com o Remo na Série D desse ano. Rodado teve destaque pelo Águia de Marabá-PA em 2008, que o levou ao Flamengo-RJ onde foi reserva na título do Brasileiro em 2009. Passou por Olaria-RJ, Bahia-BA, Noroeste-SP e Red Bull Brasil-SP até voltar ao futebol paraense onde reencontrou seu futebol. Na Série D apenas 1 gol marcado, mas criados, a maioria de seu clube.

-Thiago Furlan (Guarany de Sobral-CE)
Furlan é um atacante rodada, passou por pelo menos quinze clubes na carreira, de nove estados diferentes e hoje aos 30 anos vive uma ótima fase. Melhor jogador da Copa Fares Lopes até agora é o vice-artilheiro do torneio com 5 gols, atrás apenas de Moré do Guarani de Juazeiro com 8.

Furlan é rápido e forte, pode tanto jogar pelo meio quanto pelo lado e é um exímio batedor de faltas. É daqueles que talvez se viesse não fosse titular, mas uma ótima opção para o elenco.

-Daniel Morais (Náutico-PE)
Ambidestro e matador, Daniel Morais foi sensacional na Série C desse ano pelo Tupi-MG. Emprestado pelo Náutico, ele marcou 8 gols em 10 partidas disputadas e foi um dos responsáveis pela classificação e acesso de sua equipe. Seu destaque fez o Timbú chamá-lo de volta, mas não conta com total apoio do treinador e varia entre titular e banco. Forte e com certa velocidade, gol é uma especialidade de Daniel, que tem 29 anos.

-Tozin (Luverdense-MT)
Com 31 anos, Tozin é conhecido pelo bom futebol no Luverdense nos últimos anos. Na Série B são 12 gols em 21 partidas. Atacante forte, gosta de disputar a bola e tem bom posicionamento, gostando de vir por trás dos zagueiros nas jogadas, bom de antecipação. 

Com passagem por vários clubes do país, Tozin precisa mostrar seu futebol em um clube de maior torcida, quem sabe não seria o Fortaleza?


-Adaílton (Jubilo Iwata-JAP)
Esse é um velho conhecido da torcida tricolor. Adaílton começou aqui mesmo no Fortaleza em 2008, quando tinha apenas 17 anos. Fazia ao lado de Marcos Bambam uma dupla arrasadora nas categorias de base e depois de ser bi-campeão cearense, e até ter sido queimado pela torcida foi vendido ao Vitória-BA. Jogou muito pelo clube baiano, mas também teve empréstimos para adquirir experiência, como para o Atlético-PR, Ituano-SP, Joinville-SC e Ponte Preta-SP. Ano passado foi um dos principais responsáveis na campanha do Paraná na Série B, tirando o clube de perto da zona de rebaixamento e mantendo-o na Segundona, marcando 7 gols em 14 jogos, sendo 5 nos últimos 6 jogos. Com faro de gol apurado, aos 24 anos, Adaílton cresceu, foi para o tradicional Jubilo Iwata do futebol japonês para jogar a J-League 2 (Segunda Divisão) e marcou 17 gols na campanha do vice-campeonato, levando seu time de volta à elite nipônica. Identificado e bom de bola, talvez não seja tão dentro da realidade, mas o Adaílton de hoje seria uma ótima para muitos times do país.

Por Luca Laprovitera