Torcida tricolor quebra o próprio recorde em 2018 ~ Bora Leão
Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Torcida tricolor quebra o próprio recorde em 2018

Postado por Luca Laprovitera às 21:40:00 quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Torcida tricolor lotou Castelão contra o Juventude.
(Foto: Lucas Ribeiro/SVM)
57.223 torcedores foram ao Castelão apoiar o Fortaleza na vitória por 4x1 sobre o Juventude. Jogo que encerrou as partidas do time no ano do Centenário frente a sua torcida e de festa, por ser o palco do levantamento da taça da Série B. 

O Leão encerra sua participação como mandante, tendo recebido 29 partidas entre Campeonato Cearense e Série B. A média da temporada foi de 23.932 torcedores por jogo, a 6ª maior do Brasil, ficando atrás apenas de Flamengo-RJ, Palmeiras-SP, Corinthians-SP, São Paulo-SP e Cruzeiro-MG, até o encerramento dessa matéria. 

Entre jogos das duas principais competições, o Tricolor de Aço levou um total de 642.614 torcedores ao estádio na temporada, sendo um total de 646.380 com as partidas da Fares Lopes. O número é o segundo maior da história do clube, atrás apenas de 2003 quando em 37 partidas, levou 675.496 torcedores ao estádio.

Mas o recorde mais significativo é o da média de público no Brasileiro. O Fortaleza estabeleceu os 12 maiores públicos da competição até aqui, 14 dos 15, 16 dos 20 maiores públicos da Série B. Com uma média de 28.701 torcedores, o Leão agora possui a maior média de público do estado em Brasileiros em todos os tempos, superando a si próprio, quando levou 24.566 torcedores por jogo na Série A de 2003.

Juntando todas as divisões, é a 5ª maior média de público e a 2ª maior média de público da história da Série B em pontos corridos, atrás apenas do Atlético-MG, em 2006, 31.922 pagantes por jogo. A torcida tricolor foi tão expressiva, que os públicos contra Paysandu e Juventude, de 57.223 torcedores, dividem a 6ª posição de presença na temporada do futebol brasileiro. 

Por Luca Laprovitera